segunda-feira, 29 de setembro de 2014

ARNALDO GARCIA DOS REIS


Arnaldo Garcia dos Reis, o Seu Arnaldo, como era conhecido pelos inúmeros fregueses que diariamente freqüentavam a sua loja de armarinhos e utilidades no Bairro de Santa Rita em Aparecida, deixou o nosso convívio no dia 19 de outubro ultimo, após uma vivencia marcante pela sua personalidade alegre e extrovertida, com a qual granjeou infindáveis amigos e admiradores.

Nascido no dia 24 de maio de 1920, no bairro dos Motas, em Guaratinguetá, filho do casal Manuel Garcia dos Reis e Maria Aurora de Godoy, era casado com Maria de Lourdes Costa do Reis, de tradicional família aparecidense.

Desde jovem dedicou-se ao empreendimento comercial, demonstrando suas aptidões de gerir seu próprio negocio com bastante habilidade que o tornou um nome consagrado pelos produtos oferecidos aos seus clientes e amigos, que tinham certeza de encontrar nos balcões e prateleiras da Loja do Arnaldo, a satisfação de suas necessidades diárias.

Como esportista, o Arnaldo teve a oportunidade de atuar amadoristicamente em diversas equipes, com destaque no amador de alvirrubra Esportiva de Guaratinguetá, conforme salientava em seus diversos pronunciamentos, retratando com detalhes suas inúmeras jogadas e os gols que assinalava nas equipes adversárias.

Por sua natureza bondosa e generosa, surgiu o convite do Pelayo Magraner, para integrar o Rotary Clube, onde poderia exercer o trabalho social em prol dos aparecidenses. E neste clube de serviço com dedicação e freqüência foi agraciado com a medalha de Rotariano 100%, que exibia no seu vestuário com muito orgulho e satisfação.

Aos filhos dedicou seu carinho e ensinamentos, ao Arnaldo Filho, a administração e a contabilidade; ao Luiz alem dos conhecimentos comerciais, a arte da musical do violão e do cantar; a filha Gorete, a vontade de ministrar ensinamentos no magistério, o Ivens, a dedicação a religiosidade e a orientação comercial, e ao Beto, o filho caçula a paixão pelas jogadas e gols do tricolor paulista.

Ao seu espírito de solidariedade juntou a vontade de servir a comunidade nos afazeres legislativos do município, e para isto filiou-se partidariamente ao MDB, pelo qual veio a concorrer em diversos pleitos eleitorais, e apesar dos esforços despendidos o numero de votos alcançados não foram o suficiente para elegê-lo.

Porem, como o destino sempre revela suas decisões no momento adequado, o salão nobre da Câmara Municipal de Aparecida, como uma singela homenagem de reconhecimento da cidade ao seu estimado cidadão Arnaldo, foi o local onde seu corpo foi velado pelos familiares, amigos e companheiros, ao lado de seu primo irmão Homero Garcia dos Reis, que após os trabalhos desenvolvidos nesta passagem terrena, são acolhidos no reino que para todos está preparado.

Ecreis 23102011.`.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Batismo de Augusto Garcia dos Reis

Em 2011, precisamente no dia 04 de novembro estará sendo comemorado os cem anos do nascimento de Augusto Garcia dos Reis. E a antecipando a efeméride, colocamos a imagem com o batismo do homenageado. Clique na imagem e terá uma reprodução ampla do texto. Tente ler e saber mais.

A origem do Sobrenome Garcia dos Reis

A origem do apelido Garcia dos Reis surge em 1866 com o casamento de Manuel Garcia Filho (ou Manuel Garcia Barbosa) e Ana Maria dos Reis, ambos moradores do bairro dos Motas, em terras do atual município de Aparecida. De lá para cá o sobrenome resistiu ao tempo, ficando a família conhecida no bairro de Santa Rita, em Aparecida-SP, e em Guaratinguetá, unindo-se a inúmeras famílias residentes nas duas cidades, entre elas, Vieira de Carvalho e Pasin. Da família descendem: Edson Carvalho Reis, radialista e proprietário da Ótica Macedo, em Guaratinguetá; Professor Doutor Fábio José Garcia dos Reis, diretor na Universidade Salesiana de Lorena-Unisal; Waldemir Barbosa, locutor da Rádio Clube FM, onde apresentou, durante longos anos, o Programa "Memória do Som", entre tantos milhares de descendentes.
Na imagem, o termo de casamento entre Manuel Garcia Filho e Ana Maria dos Reis, que transcrevemos:
Manoel Garcia Barbosa - Ana Maria dos Reis
"Aos dezenove de setembro de mil oitocentos e sessenta e seis nesta paróquia, sem impedimento, procedendo o sacramento da penitência, de licença minha o Monsenhor Reis recebeu em matrimônio à Manoel Garcia Barbosa, filho legítimo de Manoel Garcia de Souza, e de Francisca Maria de Jesus, e Ana Maria dos Reis, filha legítima do Tenente Antônio da Silva Reis, e da finada Claudina Pereira Fialho; sendo testemunhas José Garcia de Paula, e José Monteiro dos Santos Reis. E logo receberam as bençãos nupciais, do que para constar fiz este assento, que assino. O Vigário Manuel Benedito de Jesus."
Imagem: Acervo da Cúria Metropolitana de Aparecida - Livro de Casamentos 15 - Fls. 21

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Casamento de Tomé Gonçalves de Carvalho e Inês Leonarda Vieira - 1815

Thome Gonçalvez de Carvalho
Ignes Leonarda Vieira
Aos quinze de Agosto de mil Oitocentos e quinze, nesta Matriz de Guaratinguetá de onde os contraentes são fregueses, feitas as canônicas denunciações, sem mais impedimento, dispensados do de afinidade no quarto grau, com licença do Reverendo Vigário da Vara Francisco da Costa Moreira, em minha presença e das testemunhas abaixo assinadas, com procedência do Sacramento da Penitência, se receberão em Matrimônio Thome Gonçalvez de Carvalho viúvo por falecimento de Ana Fialho de Jesus, com Ignes Leonarda Vieira, filha legítima do Capitão Francisco Vieira Novais e de Ana Rosa, natural desta vila, recebrão as bençãos nupciais. E para constar fiz este assento que assinei.
O Coadjutor Lourenço Marcondes de Sá.
Gonçalo do Rego Barbosa - Francisco dos Santos Silva

Apresentação da Família Vieira de Carvalho

A família Vieira de Carvalho tem seu núcelo na cidade de Guaratinguetá. Evolui quase tanto quanto a história do município, por existir há pouco mais de 200 anos, quando duas famílias distintas uniram laços nupciais, inaugurando o sobrenome que resiste ao tempo, indentificando-os quanto a sua origem comum.
Mas, antes do casamento que deu origem ao apelido, a família provinha de outras inúmeras famílias estabelecidas no Vale do Paraíba desde a segunda metade do século XVII. Eram famílias que migraram para a região em busca de terras para estabelecer agricultura e obter o sustento dos seus. Seguindo o rumo da povoação da região, desde a cidade de São Paulo, ainda no século XVI, passando por vilas como Taubaté e Pindamonhangaba, logo após a fundação delas, os núcleos familiares do qual descendem os Vieiras de Carvalho estabeleceram-se na vila de Guaratinguetá, casando-se entre parentes e com portugueses vindo do reino e de regiões das Minas Gerais. E é sobre toda a história de todos os elementos da família que o blog passará a se ocupar; contando casos, divulgando notícias e unindo os seus membros.